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terça-feira, fevereiro 28, 2012

Jejum pode ajudar a proteger cérebro


Jejuar um ou dois dias por semana pode proteger o cérebro contra doenças degenerativas como mal de Parkinson ou de Alzheimer, segundo um estudo realizado pelo National Institute on Ageing (NIA), em Baltimore, nos Estados Unidos.
"Reduzir o consumo de calorias poderia ajudar o cérebro, mas fazer isso simplesmente diminuindo o consumo de alimentos pode não ser a melhor maneira de ativar esta proteção. É provavelmente melhor alternar períodos de jejum, em que você ingere praticamente nada, com períodos em que você come o quanto quiser", disse Mark Mattson, líder do laboratório de neurociências do Instituto, durante o encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, em Vancouver.
O National Institute of Ageing baseou suas conclusões em um estudo com ratos de laboratório, no qual alguns animais receberam um mínimo de calorias em dias alternados.Segundo ele, seria suficiente reduzir o consumo diário para 500 calorias, o equivalente a alguns legumes e chá, duas vezes por semana, para sentir os benefícios.
Estes ratos viveram duas vezes mais que os animais que se alimentaram normalmente.
Insulina
Mattson afirma que os ratos que comiam em dias alternados ficaram mais sensíveis à insulina - o hormônio que controla os níveis de açúcar no sangue - e precisavam produzir uma quantidade menor da substância.
Altos níveis de insulina são normalmente associados a uma diminuição da função cerebral e a um maior risco de diabetes.
Além disso, segundo o cientista, o jejum teria feito com que os animais apresentassem um maior desenvolvimento de novas células cerebrais e se mostrassem mais resistentes ao stress, além de ter protegido os ratos dos equivalentes a doenças como mal de Parkinson e Alzheimer.
Segundo Mattson, a teoria também teria sido comprovada por estudos com humanos que praticam o jejum, mostrando inclusive benefícios contra a asma.
"A restrição energética na dieta aumenta o tempo de vida e protege o cérebro e o sistema cardiovascular contra doenças relacionadas à idade", disse Mattson.
A equipe de pesquisadores pretende agora estudar o impacto do jejum no cérebro usando ressonância magnética e outras técnicas.
FONTE: BBC BRASIL

sábado, setembro 11, 2010

Coquetel de vitamina B pode 'retardar' Alzheimer, diz estudo

BBC Brasil


Exame mostra cérebro de paciente com Alzheimer encolhendo

Um estudo britânico sugere que altas doses de vitaminas B podem reduzir pela metade o ritmo do encolhimento do cérebro em pessoas com alguns sinais de Alzheimer.
O encolhimento do cérebro é um dos sintomas da debilidade cognitiva leve que pode ser um dos indicadores iniciais de demência.
Os pesquisadores da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, afirmam que a descoberta pode ser um passo importante na busca por formas de retardar os efeitos do Alzheimer.
De acordo com especialistas, o resultado da pesquisa é importante, mas são necessários mais estudos.

Declínio mental
A pesquisa, publicada na revista especializada Public Library of Science One, avaliou 168 pacientes que sofriam, em algum nível, do declínio mental conhecido como debilidade cognitiva leve.
A condição - marcada por pequenos lapsos de memória e problemas de linguagem - vai além do que é considerado “normal” no processo de envelhecimento e pode ser um indicativo do desenvolvimento de Alzheimer ou outras formas de demência.
Metade dos voluntários recebeu um comprimido diário contendo níveis de ácido fólico, vitamina B6 e B12 acima da dose diária recomendada. A outra metade recebeu um placebo.
Depois de dois anos, os pesquisadores mediram o ritmo de encolhimento do cérebro dos pacientes.
O cérebro de uma pessoa com mais de 60 anos encolhe, em média, a um ritmo de 0,5% ao ano. O cérebro das pessoas que sofrem de debilidade cognitiva leve encolhe a um ritmo duas vezes mais rápido. Nos pacientes de Alzheimer, este ritmo chega a 2,5% ao ano.
A equipe de pesquisadores de Oxford concluiu que, em média, o encolhimento do cérebro dos pacientes que tomaram o complemento vitamínico ocorreu a um ritmo 30% mais lento.
Em alguns casos, este ritmo chegou a ser mais do que 50% mais lento, fazendo com que sua atrofia cerebral fosse equivalente a de uma pessoa sem qualquer debilidade cognitiva.

‘Protegendo o cérebro’
Algumas vitaminas B – ácido fólico, vitamina B6 e B12 – controlam os níveis da substância conhecida com homocisteína no sangue. Altos níveis de homocisteína são associados ao encolhimento mais rápido do cérebro e ao Alzheimer.

Os autores do estudo sugerem que os efeitos da vitamina B sobre os níveis de homocisteína ajudaram a reduzir o ritmo de encolhimento do cérebro.
Segundo o autor do estudo, David Smith, os resultados foram mais significativos do que os cientistas esperavam.
“É um efeito maior do que o previsto”, disse ele.
“Essas vitaminas estão fazendo algo pela estrutura do cérebro – estão protegendo-a, e isso é muito importante porque precisamos proteger o cérebro para evitar o Alzheimer.”
Smith afirmou, no entanto, que são necessárias mais pesquisas para determinar se as altas doses de vitamina B realmente evitam o desenvolvimento de Alzheimer em pacientes com debilidade cognitiva leve.

As vitaminas B são encontradas normalmente em vários alimentos, inclusive carne, peixe, ovos e verduras.

Especialistas, no entanto, afirmam que ninguém deve sair tomando doses mais altas do que as recomendadas depois deste estudo, já que também há outros riscos para a saúde.

domingo, fevereiro 21, 2010

Cientistas conseguem se comunicar com paciente em estado vegetativo

BBC BRASIL
Atualizado em 4 de fevereiro, 2010 - 07:15 (Brasília) 09:15 GMT

Os pacientes respondem às perguntas ativando diferentes áreas do cérebro

Um grupo de cientistas europeus conseguiu estabelecer uma comunicação com um paciente em estado vegetativo, em que este respondia mentalmente "sim" ou "não" às perguntas dos estudiosos.

A pesquisa publicada no New England Journal of Medicine nesta quarta-feira explica que o paciente está nessa condição vegetativa há sete anos, quando sofreu um acidente de trânsito.

Os médicos das universidades de Cambridge, na Inglaterra, e de Liège, na Bélgica, pediram ao paciente belga que imaginasse atividades motoras, como jogar tênis, para responder "sim", e imagens espaciais, como ruas, para indicar "não".

Os especialistas sabiam que cada tipo de pensamento ativaria uma área diferente de seu cérebro. Portanto, por meio de uma técnica de Imagem por Ressonância Magnética Funcional (IRMF, na sigla em inglês), que monitora a atividade cerebral do paciente em tempo real, eles puderam identificar suas respostas.

O paciente respondeu corretamente a cinco das seis perguntas sobre sua vida pessoal. Ele confirmou, por exemplo, que seu pai se chamava Alexander.

"Nós ficamos atônitos quando vimos os resultados do exame do paciente. Ele foi capaz de responder corretamente às questões que fizemos simplesmente alterando seus pensamentos", disse Adrian Owen, professor de neurologia da Universidade de Cambridge e um dos coordenadores da pesquisa.

A pesquisa

No total, o grupo trabalhou com 54 pacientes que sofrem de desordem de consciência, dos quais 23 estão em estado vegetativo. Eles também usaram a técnica com voluntários saudáveis, para efeito de comparação.

O repórter da BBC Fergus Walsh também passou pelo teste do IRMF. "Eu passei aos cientistas os nomes de duas mulheres, sendo uma delas a minha mãe. Eu me imaginei jogando tênis quando disseram o nome dela. Em um minuto eles sabiam qual das duas era a minha mãe. Eles também foram capazes de acertar se eu tinha filhos", narrou Walsh.

A pesquisa concluiu que dos 54 pacientes envolvidos, cinco foram capazes de voluntariamente alterar sua atividade cerebral. Três deles demonstraram inclusive algum grau de consciência, mas os outros dois não necessariamente mudaram seus pensamentos conscientemente.

Owen diz que o estudo abre o caminho para que o paciente em estado vegetativo possa tomar decisões quanto ao seu tratamento.

"Você poderia perguntar se os pacientes sentem dor e então prescrever algum analgésico, e você poderia ir além e perguntar a eles sobre seu estado emocional", explicou.

O uso dessa técnica pode levantar questões éticas, como por exemplo, se é correto desativar os aparelhos para deixar um paciente em estado vegetativo morrer, já que ele pode ter algum grau de consciência e até capacidade de manifestar vontade própria.

Pesquisa testa hormônio sexual para combater dano cerebral

BBC BRASIL
Atualizado em 20 de fevereiro, 2010 - 08:21 (Brasília) 10:21 GMT
A progesterona poderia proteger os neurônios após um dano cerebral

Cientistas americanos planejam testar o uso da progesterona natural, o hormônio sexual utilizado nas primeiras pílulas anticoncepcionais, para tratar pacientes com danos cerebrais.

O anúncio foi feito por um grupo de pesquisadores da Emory University, em Atlanta, durante o encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, na Califórnia.

Segundo eles, o tratamento com o hormônio poderia salvar a vida de pacientes com feridas ou traumas na cabeça e reduzir os danos cerebrais.

A progesterona é um hormônio esteróide produzido de forma natural nas mulheres.

Os pesquisadores dizem que esse hormônio existe também em pequenas quantidades nos cérebros de pessoas de ambos os sexos e seria muito importante para o desenvolvimento dos neurônios, as células cerebrais.

Além disso, o hormônio teria também um efeito protetor sobre tecidos danificados.

Redução de mortes

Os cientistas da Emroy University esperam agora testar a aplicação em larga escala do hormônio em pacientes com danos cerebrais.

A pesquisa deve envolver 1.140 pacientes em 17 centros médicos em todos os Estados Unidos durante um período de três a seis anos.

Os pesquisadores avaliam que, administrada imediatamente após o paciente sofrer um dano cerebral, a progesterona teria capacidade de reduzir o número de mortes pela metade.

Numa primeira etapa da pesquisa, com cem pacientes, demonstrou-se que a injeção do hormônio imediatamente após a ocorrência do dano teve um nível de segurança alto, com a redução do risco de morte e das sequelas dos danos no longo prazo.

“Danos cerebrais traumáticos são uma condição complexa – há um inchaço com danos e morte de neurônios ocorrendo ao mesmo tempo. A vantagem da progesterona é que ela parece ter um efeito sobre todas essas coisas”, afirma o pesquisador David Wright, coordenador do estudo.

O pesquisador diz esperar que, após a última fase do estudo, a droga possa ser aprovada como o primeiro tratamento específico para danos cerebrais graves em 30 anos.

Pílula

Wright adverte, porém, que simplesmente tomar uma pílula anticoncepcional com progesterona não ajudaria em nada em caso de danos cerebrais sérios.

A progesterona natural, usada nas primeiras pílulas anticoncepcionais, foi substituída com o tempo pela progestina, uma versão sintética do hormônio.

Mas segundo os pesquisadores, a progestina parece não ter o mesmo efeito que a progesterona natural para o tratamento de danos cerebrais.

Durante o estudo, os pacientes com traumas graves na cabeça receberão uma infusão de progesterona natural, extraída de batatas doces, por um período de quatro dias.

“A dose recebida é provavelmente cerca de três vezes a que encontraríamos no sangue de uma mulher no terceiro trimestre de gravidez”, diz Wright.

A FDA (agência que regula a fabricação e a comercialização de medicamentos e alimentos nos Estados Unidos) deu uma permissão especial para a equipe de pesquisadores administrarem a droga sem o consentimento formal dos pacientes, para que ela possa ser dada o mais rapidamente possível e ter o máximo efeito de proteção.

Enxaqueca duplica risco de ataque cardíaco, indica pesquisa

da France Presse, em Washington

Pessoas que sofrem regularmente de enxaqueca têm o dobro do risco de sofrer um ataque cardíaco, segundo um estudo publicado na quarta-feira (10) nos Estados Unidos.

Os autores da pesquisa constataram também que pacientes com exaqueca correm mais risco de sofrer um AVC (acidente vascular cerebral).

Segundo o estudo, pessoas que sofrem de enxaqueca também apresentam quadros de diabetes, hipertensão arterial e altas taxas de colesterol --todos estes, fatores de doenças cardiovasculares.

"Geralmente, a enxaqueca é associada a uma doença penosa, que afeta diretamente a qualidade de vida, mas munca a uma ameça ao estado de saúde geral de quem sofre com ela", destacou Richard Lipton, professor de neurologia da Faculdade de Medicina Albert Einstein da Universidade Yeshiva, em Nova York, principal autor do trabalho, publicado na revista "Neurology".

A enxaqueca é mais frequente entre pessoas de 25 a 55 anos, e mulheres têm três vezes mais chances de sofrer da doença do que os homens.

A pesquisa foi realizada a partir de questionários detalhados com mais de 11 mil americanos de entre 18 e 80 anos, dos quais 6.102 padecem de enxaquecas regulares.

Os resultados indicam que pacientes com exaqueca têm duas vezes mais chances de sofrer uma crise cardíaca (4,1%) do que pessoas que não apresentam o problema (1,9%).

O estudo foi financiado pelo grupo farmacêutico Merck & Co. Inc., que produz um medicamento para o tratamento da enxaqueca.

Sono à tarde melhora aprendizagem, revela estudo

da Efe

Um estudo da Universidade Californiana de Berkeley revela que uma hora de sesta (sono à tarde) pode tornar as pessoas mais inteligentes, pois serve para arejar a mente e melhorar a capacidade de aprendizagem.

"O sono não só cura o mal-estar do cansaço prolongado mas, em nível neurocognitivo, leva além de onde a pessoa estava antes de tirar a sesta", explica Mattew Walker, professor de psicologia nessa universidade americana e principal autor da pesquisa.

A descoberta reforça a hipótese de que o sono facilita o armazenamento da memória a curto prazo e permite espaço para novas informações, assegura Walker.

Ele apresentou neste fim de semana seu estudo preliminar, no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, na sigla em inglês) em San Diego, Califórnia.

Método

Para chegar a essa conclusão, os cientistas tomaram como amostra 39 adultos saudáveis, que foram divididos em dois grupos: os que tiram uma sesta e os que não o fazem.

Durante um dia estas pessoas foram expostas a dois exercícios de aprendizagem para colocar à prova o hipocampo, uma região do cérebro que ajuda a armazenar memórias sobre eventos.

Uma delas foi realizada ao meio-dia, quando ainda os resultados obtidos por ambos os grupos não foram muito díspares.

Às 14h, apenas um dos grupos dormiu noventa minutos, e em seguida, todos foram submetidos a uma segunda rodada de exercícios, quando se pôde observar que os piores resultados correspondiam aos que não tinham tirado a sesta.

Ritmo lento

Segundo Walker e sua equipe de pesquisadores, permanecer muitas horas acordado leva a que nossa mente funcione a um ritmo mais lento.

Concretamente, passar a noite acordado faz cair em quase 40% a capacidade para empreender novas atividades devido à paralisação de algumas regiões do cérebro durante um período de falta de sono para a pessoa.

A equipe de Walker se propôs agora a averiguar se a redução do tempo de sono com o avanço da idade está relacionada com a perda da capacidade de aprendizagem que acontece conforme envelhecemos.

Descobrir se existe ou não conexão pode ser útil para entender como acontecem os processos neurodegenerativos, como a doença de Alzheimer, segundo Walker.

segunda-feira, julho 06, 2009

Cientistas descobrem a área no cérebro da INVEJA

Um estudo japonês publicado na publicação American Journal of Science descobriu a área do cérebro que controla o sentimento da inveja. A pesquisa analisou 19 pessoas com boas condições de saúde que por um ano e meio foram induzidas a imaginar um cenário que envolvia três personagens. A ideia é que dois desses personagens fossem mais capazes, ricos e inteligentes que os voluntários, motivos que desencadeariam o sentimento da inveja. Os pesquisadores descobriram que, quando os voluntariam sentiam inveja, a parte do córtex dorsal anterior do cérebro era ativada e, consequentemente, encontraram a área exata responsável por esse sentimento. Os cientistas também afirmam que uma pessoa invejosa tende a apresentar uma atividade maior nessa região que também é associada à depressão.

sexta-feira, junho 26, 2009

CURIOSO CÉREBRO

Por Marcelle Machado

De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea.

Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.
Sohw de bloa.

Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!

Atenção! Nem tudo o que você vê é o que parece ser:

Por Marcelle Machado
Por trás de um bonito rosto posso, encontrar a bela natureza divina que existe em mim...
Por trás de um rosto desconhecido, pode estar a minha alma gêmea... Na alma de uma senhora de cabelos grisalhos, pode estar a fonte para minha juventude...
Na mente de um senhor velho e cansado, posso encontrar o caminho para sabedoria...

Por trás de olhar fixo no horizonte, posso encontrar a mãe divina que alimenta a minha alma...

“Não julgue ninguém pelo primeiro olhar. Aprofunda tua visão e observe com o coração, pois do contrário, perderá mais uma oportunidade de enxergar o universo novo, e maravilhoso, que existe dentro de cada ser.”

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